O vereador Marcus Eliseu Togni levou à Câmara a preocupação com o possível desaparecimento de pessoas em situação de rua em Poços de Caldas. O vereador citou casos de espancamentos e até possíveis assassinatos. O parlamentar apresentou requerimento questionando a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) sobre a situação. A pasta já havia respondido ao Requerimento nº 2207/2025, por meio do Ofício nº 938/2025-SMAS que informou que o trabalho de abordagem social é feito também de forma terceirizada pela entidade Fonte de Vida Nova, que atua em parceria com o município.
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Função dos agentes
Segundo a resposta, os agentes de abordagem social realizam busca ativa, sensibilização, escuta e encaminhamentos qualificados, sempre respeitando os princípios do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Cada atendimento gera um Registro de Abordagem, com dados sobre a pessoa atendida, local, horário, intervenções realizadas e identificação dos profissionais.
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Mendicância
O vereador Wellington Alber Guimarães apresentou requerimento na Câmara Municipal solicitando informações ao Executivo sobre campanhas de conscientização da Secretaria de Promoção Social voltadas à mendicância no município. Segundo o parlamentar, tem sido cada vez mais visível em diversos pontos da cidade a presença de pessoas em situação de rua ou em grave vulnerabilidade social, muitas delas recorrendo à prática de pedir esmolas como forma de sobrevivência.
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Campanhas
O vereador defende que o problema exige políticas públicas efetivas e também campanhas educativas para conscientizar a população sobre maneiras seguras de apoiar essas pessoas, sem reforçar o ciclo da mendicância.
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Mordidas
O vereador Douglas Eduardo de Souza apresentou requerimento à Câmara Municipal solicitando esclarecimentos ao Executivo sobre os procedimentos adotados em casos de mordidas por cães no município. Segundo o parlamentar, a orientação vigente do Ministério da Saúde prevê que o animal agressor seja acompanhado por 10 dias, a fim de avaliar a necessidade de aplicação da vacina antirrábica na vítima.
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Acompanhamento
Douglas relatou ter recebido informações de que, em Poços de Caldas, o acompanhamento estaria sendo solicitado diretamente à própria vítima, que deve manter contato com o dono do animal para monitorar o estado clínico. O vereador considera a prática constrangedora e ineficaz, já que a vítima não tem capacidade técnica para avaliar a saúde do animal e não há garantias de que as informações repassadas sejam fidedignas.