Poços de Caldas, MG – O Museu Histórico e Geográfico de Poços de Caldas terá programação especial na próxima semana para comemorar o aniversário de 53 anos da instituição. No dia 28 de outubro (terça-feira), às 19h, haverá roda de conversa com Sônia Sanches e Haroldo Paes Gessoni, dois colaboradores da área do patrimônio local fundamentais na história do Museu.
Já às 20h30, a programação segue com a apresentação da banda Boca de Siri, grupo formado por quatro músicos experientes da cena de Poços de Caldas: Mununu (violão e voz), Jorge Viviani (violão 7 cordas), Raphael du Valle (contrabaixo) e Eduardo Sueitt (bateria e percussão).
O Museu Histórico e Geográfico de Poços de Caldas foi criado em 1972, como parte dos festejos em comemoração ao centenário do município. Funcionou durante 24 anos no Country Club, visando preservar a história do povo poços-caldense e unir em um só lugar a cultura, o turismo, o lazer e a educação patrimonial.
No final de 1996, o Museu foi transferido para o prédio da Villa Junqueira, patrimônio tombado construído em 1898, que foi totalmente restaurado. A instituição é mantida pela Prefeitura de Poços de Caldas, sendo vinculada à Secretaria Municipal de Cultura.
Entre os fundadores e grandes entusiastas que contribuíram de maneira fundamental para as atividades do Museu Histórico e Geográfico de Poços de Caldas estão Nini Mourão, Nilza Botelho Megale e Caio Faria Lobato, entre outros.
Chegando a 2025 antenado às inúmeras possibilidades criadas a partir das novas tecnologias, o Museu Histórico e Geográfico de Poços de Caldas vem investindo, desde 2021, também na presença digital, com o @museudepocosdecaldas e produção de conteúdo rico, que visa democratizar o acesso ao acervo, de forma remota, e ampliar a visitação entre moradores e turistas.
“Cada vez mais, o Museu Histórico e Geográfico se projeta como um local de difusão cultural, acessível e dinâmico, atuando não só na salvaguarda do patrimônio material e imaterial da cidade, como também como ponto de encontro, acolhendo e promovendo iniciativas artísticas”, destaca a coordenadora do MHGPC, Júlia Almeida.