Poços de Caldas, MG – A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio em Poços de Caldas, realizou uma ação que resultou na prisão de três homens investigados por uma série de furtos registrados nos dois primeiros meses de 2026 no município.
De acordo com as investigações, os suspeitos são apontados como autores de, pelo menos, 13 crimes de furto neste ano. Um dos investigados, de 36 anos, teria praticado dois furtos; outro, também de 36 anos, é apontado como responsável por três ocorrências; e um terceiro, de 24 anos, foi identificado como autor de oito furtos somente em 2026.
Segundo a PCMG, os três já são conhecidos pelas forças de segurança pela prática reiterada de crimes patrimoniais na cidade. Eles possuem extensa ficha criminal e estavam em liberdade, beneficiados por medidas relacionadas à execução penal.
Diante do cenário de reincidência, a Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio representou ao Juiz das Garantias pela expedição de mandados de prisão preventiva contra os investigados. Após manifestação favorável do Ministério Público, as ordens judiciais foram autorizadas e cumpridas. A Polícia Civil também solicitou a regressão do regime de cumprimento de pena, pedido encaminhado à Vara de Execução Penal de Poços de Caldas para análise.
O delegado titular da especializada, Thiago Moreira, destacou a importância da atuação concentrada contra criminosos habituais. “A ação conjunta das forças de segurança e o trabalho direcionado contra autores recorrentes são fundamentais para retirar de circulação indivíduos que abalam a ordem pública com a prática reiterada de crimes patrimoniais, especialmente na área central da cidade”, afirmou.
Ainda conforme a Polícia Civil, os 13 furtos já identificados foram praticados em ações individuais e isoladas, mas os suspeitos também são investigados em outros inquéritos policiais pela mesma prática criminosa.
A corporação ressalta que o trabalho de repressão qualificada busca reduzir a reincidência e garantir maior sensação de segurança à população, especialmente em regiões com maior incidência de crimes contra o patrimônio.