Poços de Caldas, MG – O projeto Árvores que Flutuam nasce da colaboração artística entre Luan Ribeiro e Luis Felipe Cardill, entre as montanhas sul mineiras surgem os primeiros versos e acordes do trabalho intitulado “Almanaque de Floresta Sideral”, álbum de estreia que chega com uma fusão de rock psicodélico, melodias singulares e letras que passeiam entre a natureza e o cosmos.
Luis Felipe participou de diversos grupos de música autoral ao longo de sua trajetória artística como: Beatrice, As Bahias e a Cozinha Mineira, Nego Moura e os Camarás, construindo linhas de guitarras marcantes. É também idealizador do Paisagens Sonoras Festival, tendo experiência na gestão musical e guiando os caminhos do projeto.
Luan é músico autodidata e principal compositor das Árvores, sob o nome artístico de “Moonrib” tem trabalhos lançados nas principais plataformas de streaming. Seu EP de estreia (Club Tape) traz experimentações e uma atmosfera densa e reflexiva, é membro do duo Sofa Club em parceria com o artista Del Claro, com quem formou também a banda de música autoral Copperfield na década de 2010.
Após um período inicial de composição e desenvolvimento de narrativa, foi feito o convite para Matheus Del Claro assumir a produção do disco, participando também da composição de algumas faixas deste trabalho que tem previsão de lançamento para 2026.
Para compor a banda nos palcos, se juntaram ao duo, Lucas Caetano assumindo os graves com estilo único e o multi instrumentista Felipe Faria de essência musical e talento rítmico nato, somando na musicalidade e formando o quarteto que se apresenta ao vivo. O som das @arvoresqueflutuam é convite: fechar os olhos e imergir nessa atmosfera cheia de efeitos e mensagens. Atravessar as raízes, flutuar com a copa e sentir o vento que sopra como um sonho acordado.
As canções e melodias do disco, buscam o antigo som brasileiro em uma estética moderna. Fazendo ponte entre a vanguarda nacional e influências de sons psicodélicos retro dos anos 70.
“O Som Que Abre O Portal / Buraco Negro” é o primeiro single da jornada e chegou as plataformas às 20:20 do dia 20 de janeiro de 2026, contando o início da história que será apresentada ao longo do álbum. Transitando entre realidades paralelas, portais para novos mundos e conceitos da física, a música aborda temas existenciais e provoca uma viagem imersiva através do som, levando o ouvinte a um momento de introspecção e reflexão sobre o viver. As camadas de guitarras psicodélicas, synths texturizados e vocal singular contribuem para tornar a escuta única.
O Single conta com masterização de Rubens Adati e capa feita pelo Ilustrador Leonardus Martins. Também colaboram com o projeto, na parte de registros fotográficos e arte visual: Inaiê Frison, Jennifer Diniz, Lo Firmino e Rodrigo Bianchi.