Poços de Caldas, MG – A Prefeitura de Poços de Caldas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou o balanço de atendimentos realizados pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) no período de janeiro a junho de 2025. Os números reforçam o papel essencial do serviço no atendimento rápido e eficaz à população em situações de urgência e emergência.
Dados Gerais de
Atendimentos
Entre janeiro e junho, o SAMU realizou um total de 4.720 atendimentos, distribuídos entre os seguintes tipos de ocorrência: Adulto: 3.268; Pediátrico (0 a 12 anos): 105; Traumas: 968; Obstetrícia: 79; Infarto: 119; Parada cardiorrespiratória: 81; Acidente vascular encefálico: 100
Também foram registrados 204 acidentes de trânsito, sendo: Acidentes com carro: 115; Acidentes com moto: 89.
A Central de Regulação Médica do SAMU recebeu 10.579 ligações no período, com os seguintes desdobramentos: Viaturas enviadas: 4.893; Orientações médicas por telefone: 2.822; Orientações não médicas: 1.862; Ligações perdidas: 409; Trotes: 593.
O coordenador do SAMU, Flávio Pessoa, reforçou a importância de combater os trotes. “Passar trote para serviços de emergência, como o SAMU, é um ato grave e irresponsável que pode ter consequências sérias. Não apenas desvia recursos que poderiam ser utilizados para atender a emergências reais, mas também pode significar atraso no atendimento a pessoas que precisam de ajuda. Passar trote para serviços de emergência pode resultar em consequências legais, incluindo multas, prisão e outras penalidades previstas em lei.”
A Central de Regulação Médica do SAMU Poços de Caldas é o ponto de comando estratégico do atendimento pré-hospitalar. É aqui que cada chamada de emergência recebe atenção imediata, garantindo respostas rápidas e eficazes para salvar vidas. A Central de Regulação Médica é essencial para priorizar casos graves, integrar serviços de saúde e evitar deslocamentos desnecessários. Com tecnologia, organização e dedicação, a Central de Regulação assegura que cada minuto seja aproveitado para preservar vidas e oferecer atendimento de qualidade à população.
Entenda a diferença entre quando se deve ligar e quando não ligar para o SAMU:
QUANDO CHAMAR O SAMU: Problemas cardiorrespiratórios; intoxicação por substâncias tóxicas e envenenamento; queimaduras graves; trabalho de parto que ofereça risco de morte para a mãe ou para o feto; tentativa de suicídio; crises hipertensivas e dores no peito de aparecimento súbito; acidentes ou traumas com vítimas; choque elétrico; suspeita de infarto ou AVC; outras situações consideradas de urgência ou emergência, com risco de morte ou sofrimento intenso.
QUANDO NÃO CHAMAR O SAMU: Febre prolongada; dores crônicas; vômitos e diarreia; levar pacientes para consulta médica ou para realizar exames; transporte de óbito; dor de dente; transferência sem regulação médica prévia; cortes com pouco sangramento; traumas leves.
O secretário de Saúde, Dr. Luis Augusto de Faria Cardoso, parabeniza o trabalho que vem sendo realizado pelo SAMU e também alerta quanto aos trotes. “Quero parabenizar a todos os servidores que atuam no SAMU de forma geral. São verdadeiros heróis que, diariamente, dedicam suas vidas para salvar outras, trabalhando com dedicação, competência e humanidade. No entanto, é importante lembrar que os trotes podem ter consequências graves, desviando recursos que poderiam ser utilizados para atender a emergências reais e colocando vidas em risco. Por isso, é fundamental que a população seja consciente e responsável, utilizando os serviços de emergência apenas em casos de real necessidade.”