Poços de Caldas, MG – A Alcoa está apoiando a retomada da Associação dos Moradores do Bairro Campestrinho (AMBC), em Divinolândia-SP, com foco na consolidação da organização comunitária e na estruturação de projetos voltados às principais demandas da população local.
A iniciativa integra o projeto “Cocriando Futuros: Campestrinho”, desenvolvido pelo Instituto Alcoa em parceria com a associação A Guarda-Chuva, e reúne ações de mobilização social, formação de lideranças e apoio à reestruturação institucional da associação, que está em fase de reativação.
Durante 11 meses, o projeto promoveu oficinas participativas e capacitações fundamentadas na Investigação Apreciativa, metodologia focada em identificar potencialidades locais e fomentar a construção coletiva de soluções. As ações ampliaram o diálogo comunitário, impulsionaram a participação social e consolidaram novas lideranças. Na prática, o trabalho envolveu desde a reorganização jurídica e administrativa da instituição até o fortalecimento da governança comunitária, permitindo que a associação atue de forma estruturada e em conformidade com as exigências legais.
Entre os resultados estão a formação de novas lideranças, a organização das prioridades da comunidade e o desenvolvimento de projetos alinhados às necessidades e vocações do território.
“O fortalecimento das organizações comunitárias é essencial para ampliar o protagonismo local e garantir que as soluções nasçam a partir das próprias comunidades. Ao apoiar esse processo, contribuímos para a construção de bases mais sólidas de participação social e desenvolvimento territorial”, afirma Fabio Costa, supervisor de Relações Comunitárias e Gestão Social da Alcoa.
Para o novo presidente, a reativação da entidade representa um marco para unir os moradores e ampliar a capacidade de diálogo do bairro. “A associação é um espaço essencial para organizar as demandas da comunidade e buscar soluções de forma conjunta. Esse processo fortalece o protagonismo local e cria bases mais sólidas para o desenvolvimento do território — e o apoio da Alcoa foi decisivo nessa caminhada”, afirma Andrei Vechiato de Sousa, novo presidente da AMBC.
A expectativa é que a iniciativa contribua para a geração de impactos duradouros em Campestrinho, ampliando ações voltadas ao bem-estar coletivo e ao desenvolvimento comunitário no longo prazo.
Sobre o Instituto Alcoa
Fundado em 1990, no Brasil, o Instituto Alcoa é uma entidade sem fins lucrativos, que tem o propósito de transformar coletivamente os territórios em que a Alcoa está presente – Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA) – a fim de torná-los mais inclusivos e menos desiguais.
Para isso, o Instituto Alcoa promove iniciativas em educação e geração de trabalho e renda, causas estruturantes para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, além de incentivar a participação social e o diálogo em torno das causas como forma de mobilização para o engajamento. Sua atuação se conecta às políticas públicas e agendas de interesses globais, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Sobre a Alcoa
Referência mundial na produção de bauxita, alumina e alumínio, a Alcoa foi construída sobre uma base de valores sólidos dedicados ao desenvolvimento compartilhado e sustentável. A empresa adota as melhores práticas de inovação para trabalhar com eficiência, segurança e responsabilidade, fortalecendo as comunidades das regiões onde atua. No Brasil são três unidades produtivas: Poços de Caldas (MG), São Luís (MA) e Juruti (PA); dois escritórios: São Paulo (SP) e Poços de Caldas (MG); e participação acionária em quatro usinas hidrelétricas: Machadinho, Barra Grande, Serra do Facão e Estreito. Com 10 mil colaboradores, diretos e indiretos, a Alcoa segue impulsionada por valores como “agir com integridade”, “trabalhar com excelência”, “cuidar das pessoas” e “liderar com coragem” para unir excelência operacional, desempenho econômico, impacto social e proteção ambiental na construção de um legado de excelência para as gerações futuras.