O vereador Álvaro Cagnani segue acompanhando as obras de reconstrução do muro de contenção no leito do rio, na Avenida Santo Antônio, em Poços de Caldas. O parlamentar destaca a importância da intervenção para garantir mais segurança e melhorar a infraestrutura da região. Álvaro afirma que continuará fiscalizando os serviços e acompanhando cada etapa da obra, com atenção ao andamento dos trabalhos e à qualidade da execução.
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Derrotados nas urnas
As eleições de 2026 deixaram um novo cenário político em Poços de Caldas. Candidatos que disputaram vagas na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e na Câmara dos Deputados não conseguiram conquistar os mandatos pretendidos. Para alguns, a campanha representou uma tentativa de ampliar a atuação política; para outros, a oportunidade de retornar a um cargo eletivo. Encerrada a disputa, o desafio agora é avaliar os resultados, reorganizar os grupos de apoio e definir os próximos passos. A votação também recoloca em discussão a capacidade das lideranças locais de transformar sua presença política na cidade em apoio eleitoral suficiente para uma disputa estadual ou federal.
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Fim de ciclo?
Há quem diga que as eleições de 2026 representaram o fim da trajetória política de algumas lideranças de Poços de Caldas que não conseguiram conquistar uma vaga na Assembleia Legislativa ou na Câmara dos Deputados. A avaliação circula nos bastidores políticos da cidade, especialmente em relação a nomes que já disputaram diferentes eleições e, mais uma vez, não alcançaram o resultado esperado. Para esses candidatos, a derrota pode representar não apenas a perda de uma eleição, mas também a necessidade de rever projetos, alianças e estratégias. Entretanto, decretar o fim político de alguém exige cautela. A história eleitoral mostra que derrotas nem sempre significam aposentadoria das urnas. O que parece evidente é que o resultado de 2026 abriu espaço para uma reorganização das forças políticas locais, com novas lideranças ganhando projeção e outras enfrentando o desafio de recuperar o apoio do eleitorado.
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Corrida antecipada
Apesar de muitos negarem qualquer movimentação nesse sentido, os bastidores políticos de Poços de Caldas já começam a voltar as atenções para as eleições municipais de 2028. Faltando dois anos para a disputa pela Prefeitura e pelas cadeiras da Câmara Municipal, a corrida eleitoral parece ter começado, ainda que de maneira tímida e discreta. Conversas, aproximações e possíveis alianças começam a fazer parte do cenário político local. O resultado das eleições de 2026 também deverá influenciar esse processo, especialmente entre lideranças que não conseguiram conquistar mandatos estaduais ou federais. Para alguns, a disputa municipal poderá representar uma oportunidade de retomada política. Embora ninguém queira admitir publicamente, os próximos meses deverão ser marcados por articulações cada vez mais intensas. Afinal, na política, uma eleição termina e outra já começa a ser planejada.
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Bastidores agitados
Para se ter uma ideia de como funciona a política em Poços de Caldas, bastou o deputado estadual reeleito Mauro Tramonte comentar que este poderá ser seu último mandato na Assembleia Legislativa de Minas Gerais para surgirem novas especulações nos bastidores. A possibilidade de o parlamentar voltar a morar em sua cidade natal no futuro já foi suficiente para alimentar conversas sobre uma eventual candidatura à Prefeitura. Embora não exista qualquer confirmação de que Tramonte tenha esse projeto, seu nome passou a ser mencionado nas discussões sobre a sucessão municipal. O episódio mostra que, mesmo faltando dois anos para as eleições de 2028, as articulações começam a ganhar espaço.
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Vandalismo preocupa
Moradores da Rua Assis Figueiredo, centro de Poços, estão preocupados com episódios de vandalismo e perturbação do sossego durante a madrugada. Segundo relatos, grupos de indivíduos estariam colocando fogo em lixeiras, promovendo algazarras e causando insegurança entre os moradores. A situação tem provocado apreensão, principalmente entre aqueles que residem nas proximidades dos locais onde os atos estariam ocorrendo. Diante do problema, a população pede maior presença segurança, especialmente no período noturno e durante a madrugada. Os moradores cobram providências para evitar novos episódios, proteger o patrimônio público e garantir mais tranquilidade e segurança na região central da cidade.
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Financiamentos
O presidente da Câmara Municipal de Poços de Caldas, vereador Douglas Dofu (União Brasil), apresentou um pedido de informações à Prefeitura sobre dois financiamentos contratados com a Caixa Econômica Federal, que somam R$ 97,07 milhões. Os recursos estão destinados à ampliação da Estação de Tratamento de Água V (ETA V), incluindo obras de captação e adução de água, e à implantação de 600 abrigos de ônibus. O parlamentar quer esclarecimentos sobre juros, garantias, impactos no orçamento municipal e custos futuros de manutenção dos investimentos.
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Divergência
O governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo (Republicanos), reafirmou nesta quinta-feira (8) seu apoio ao fim da escala de trabalho 6×1. A posição contrasta com a defendida pelo candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), seu aliado político. Cleitinho afirmou que divergências sobre determinados assuntos não impedem a manutenção de alianças. A proposta em discussão no Senado prevê redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso.
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Escala 6×1
O Senado encerrou nesta quinta-feira mais uma etapa de discussão da proposta que pretende acabar com a escala de trabalho 6×1. O governo federal busca acelerar a tramitação da matéria, enquanto parlamentares discutem a possibilidade de antecipar a votação. A proposta prevê uma jornada semanal de 40 horas, sem redução salarial, e dois dias de descanso. O assunto ganhou destaque na campanha presidencial e passou a ocupar posição central nas negociações políticas em Brasília.
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Apoios eleitorais
A disputa pelo segundo turno da eleição presidencial ganhou novas movimentações nesta quinta-feira. O Republicanos e o Podemos anunciaram apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Já o PSDB decidiu liberar seus filiados para escolher entre Flávio e o presidente Lula (PT), sem estabelecer uma orientação partidária única. As decisões fazem parte das articulações para ampliar as alianças políticas antes da votação marcada para 25 de outubro.
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Violência política
Um levantamento divulgado nesta quinta-feira (8) apontou 134 episódios de violência política durante a campanha do primeiro turno das eleições de 2026. Os registros ocorreram entre 16 de agosto e 4 de outubro e incluem ameaças, agressões, atentados e assassinatos. O número supera as 121 ocorrências contabilizadas no mesmo período eleitoral de 2022. O estudo foi elaborado pelas organizações Terra de Direitos e Justiça Global e aponta a persistência da violência no ambiente político brasileiro.