O prefeito Paulo Ney está engajado na campanha de Sérgio Azevedo nesta reta final. O apoio político já havia sido tornado público e ganhou intensidade nos últimos dias, enquanto o candidato a deputado federal amplia as atividades de rua em Poços de Caldas. O movimento faz parte da estratégia do grupo para tentar ampliar a representação política do município em Brasília.
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Reta final
Na campanha de Sérgio Azevedo, o discurso nesta reta final destaca a possibilidade de Poços de Caldas voltar a contar com um representante local na Câmara dos Deputados. O grupo argumenta que uma representação diretamente ligada ao município pode contribuir na busca por recursos e investimentos federais para Poços e outras cidades do Sul de Minas.
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Terceiro setor
A candidata Tereza Navarro voltou suas atenções para o terceiro setor. Em conversa com Luzia, apresentada pela candidata como ex-vereadora, ex-secretária e atuante no segmento desde 1993, Tereza destacou as dificuldades enfrentadas pelas entidades assistenciais, especialmente no atendimento a crianças e adolescentes, idosos e pessoas que necessitam de serviços de alta complexidade.
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Damião confiante
José Benedito Damião (PSDB) comentou com a coluna que está bastante confiante em uma boa votação na eleição deste domingo. Candidato a deputado estadual, Damião disse que realizou uma campanha simples, sem grandes estruturas ou “pompas”, mas considera que encontrou boa receptividade junto à população.
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Surpresa
Damião acredita que o resultado das urnas poderá surpreender. Segundo o candidato, a percepção obtida durante os contatos realizados ao longo da campanha aumentou sua confiança para a votação. “Muita gente vai se surpreender quando vir o resultado das urnas”, afirmou à coluna.
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Sem trend
A candidata a deputada estadual Dra. Regina Cioffi adotou um discurso direcionado especialmente aos eleitores mais jovens em uma de suas manifestações nesta reta final. “Eu não vou dançar trend para te convencer”, afirmou, antes de fazer uma crítica à forma como parte da política passou a ser praticada nas redes sociais.
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Trabalho
Regina disse que sua proposta é apresentar experiência e trabalho como contraponto às disputas políticas concentradas na internet. “O que eu ofereço é trabalho, palavra e uma cidade onde você tenha motivo para ficar, com emprego e saúde que funcionam”, declarou. A candidata também pediu que o eleitor avalie o histórico de atuação dos concorrentes antes de definir o voto.
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Debate com
elenco completo
Os seis candidatos mais bem colocados nas pesquisas participaram, na noite de terça-feira (29), do último debate da TV Globo antes do primeiro turno: Alexandre Kalil, Cleitinho, Flávio Roscoe, Gabriel Azevedo, Mateus Simões e Patrus Ananias. Dívida estadual, desenvolvimento regional, segurança, educação e saúde estiveram entre os temas.
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Acusação
contestada
Simões acusou Euclydes Pettersen, presidente estadual do Republicanos e aliado de Cleitinho, de oferecer R$ 10 milhões para facilitar um contrato. Cleitinho respondeu que eventuais responsabilidades são individuais e defendeu investigação e punição de culpados. A afirmação de Simões é uma acusação eleitoral e não representa conclusão judicial sobre o caso.
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Minas por regiões
Problemas regionais também entraram no confronto. Cleitinho prometeu revisar contratos de concessões rodoviárias, com atenção aos pedágios do Sul de Minas. O metrô da Grande BH dividiu Kalil e Simões; Gabriel defendeu medidas contra enchentes; e Patrus associou o desenvolvimento do Vale do Rio Doce à proteção ambiental. As propostas ainda dependem de detalhamento e execução.
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Roscoe
permanece
Flávio Roscoe afirmou, após o debate, que continuará candidato ao governo. A manifestação ocorre depois de pressões internas para que deixasse a disputa. Roscoe declarou contar com o apoio de dirigentes e lideranças do PL; sua permanência preserva a composição eleitoral registrada pelo partido.
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Transmissão
ampliada
Informação oficial do TRE-MG indica que Minas terá 843 pontos de transmissão dos resultados em 218 municípios no primeiro turno, ante 312 pontos em 182 municípios em 2024. Os arquivos saem criptografados das urnas e são enviados à rede privada da Justiça Eleitoral; a totalização cabe ao TSE.