As praças de Poços de Caldas sempre foram mais do que simples áreas abertas. São espaços de encontro, de convivência entre gerações, de prática esportiva, de cultura e de lazer. São locais onde famílias se reúnem, crianças brincam e turistas registram a beleza da cidade. Preservá-las é preservar a própria identidade de Poços.
A Prefeitura tem reforçado o pedido para que a comunidade participe ativamente do cuidado com esses espaços públicos. E esse chamado não é por acaso. Um dos maiores desafios enfrentados é o vandalismo — um problema crônico que consome recursos públicos, desgasta equipamentos urbanos e compromete a experiência de quem utiliza esses ambientes.
Bancos quebrados, lixeiras danificadas, monumentos pichados e estruturas destruídas representam prejuízo financeiro e social. Cada ato de depredação significa dinheiro que poderia estar sendo investido em melhorias, novos projetos e ampliação de serviços à população.
Com a chegada do Carnaval e o aumento significativo do fluxo de turistas, a preocupação se intensifica. Eventos e festividades movimentam a economia, fortalecem o turismo e promovem a cultura local, mas também exigem maior responsabilidade coletiva. O volume maior de pessoas circulando pela cidade naturalmente aumenta o risco de danos ao patrimônio público.
É nesse momento que a consciência cidadã se torna ainda mais essencial. Fiscalizar, denunciar atos de vandalismo, orientar visitantes e cuidar dos espaços como extensão de nossas próprias casas são atitudes que fazem diferença concreta. Preservar as praças não é tarefa exclusiva do poder público; é um compromisso compartilhado.
Poços de Caldas é reconhecida pela sua organização, beleza e qualidade de vida. Manter esse padrão depende de um esforço conjunto. O desafio está posto: transformar cuidado em cultura permanente. Com participação ativa da população, é possível minimizar impactos, fortalecer o senso de pertencimento e garantir que nossas praças continuem sendo orgulho da cidade — no Carnaval e ao longo de todo o ano.