O secretário municipal de Educação, Marcus Lemos, se pronunciou sobre denúncia envolvendo uma servidora da Escola José Avelino, na zona rural, acusada de colocar uma criança neurodivergente dentro de um armário. Segundo ele, assim que a denúncia foi formalizada, a Prefeitura abriu sindicância e encaminhou o caso à Corregedoria para apuração administrativa. Caso o ato seja comprovado, as penalidades podem variar de suspensão à exoneração. Também pediu cautela nas redes sociais para evitar julgamentos antecipados. O secretário destacou ainda que o fato, se confirmado, é pontual e não representa o trabalho da rede municipal.
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Reunião
O prefeito Paulo Ney se reuniu na manhã desta terça-feira com secretários e alguns vereadores, um dia após a Câmara Municipal abrir investigações que podem culminar na possível cassação de seu mandato. O encontro foi interpretado como movimento de alinhamento político e administrativo diante do novo cenário.
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Bastidores
Há comentários de que alguns secretários poderiam estar desagradando o chefe do Executivo. No entanto, pessoas próximas afirmam que Paulo Ney mantém confiança na equipe que montou e acredita que eventuais divergências podem ser resolvidas no diálogo.
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“Politicagem”
O prefeito voltou a afirmar que o pedido de cassação é fruto de “politicagem”. Segundo ele, não haverá recuo diante do processo e a resposta será dada com trabalho. Paulo Ney reforça que segue atuando de forma intensa e preocupado com os rumos da cidade.
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Empregos e investimentos
Em suas redes sociais, o prefeito destacou o avanço das obras da indústria farmacêutica do Grupo Althaia. A unidade, anunciada no ano passado, tem previsão de início das atividades para janeiro de 2027. Segundo o Executivo, o empreendimento representa geração de empregos, novas oportunidades e aumento da arrecadação municipal, com impacto direto em investimentos públicos. “Poços segue avançando, com desenvolvimento, geração de renda e futuro”, publicou.
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Corte bilionário
O governo de Romeu Zema (Novo) reduziu drasticamente os recursos destinados ao combate aos danos causados pelas chuvas em Minas Gerais. Os investimentos passaram de R$ 134,8 milhões em 2023 para R$ 5,8 milhões em 2025 — queda de 96%, segundo dados do Portal da Transparência. Em 2026, até 25 de fevereiro, o valor empenhado foi de pouco mais de R$ 36 mil. O governador contesta os números e afirma que o Estado investiu mais de R$ 200 milhões em piscinões na Região Metropolitana de Belo Horizonte e R$ 70 milhões em kits de Defesa Civil para municípios mineiros.